terça-feira, 17 de setembro de 2013

É o fim do Facebook?

Empresas de jogos começam a migrar para smartphones e rede social pode ver sua maior fonte de lucro ir embora

Por Bruno Iacona de Bello em 24/Ago/2012

Esta é uma notícia antiga, publicada em 24/Ago/2012. Leia as últimas notícias publicadas no box ao lado ou clique aqui para ver todas notícias mais recentes.
O Facebook é a maior rede social do mundo, mas precisa de conteúdo para manter seus mais de 900 milhões de usuários ativos no site. E vai ser necessário muito esforço, pois as empresas de jogos estão debandando do site.
A Zynga, maior desenvolvedora de jogos sociais do Facebook, disse que percebeu um declínio em suas finanças e diz que se deve ao ambiente difícil da rede. Outras empresas também estão saindo, porque notaram maior interesse dos usuários em jogar pelo smartphone ao invés de usar a rede social.
Reprodução/TechCrunch
Mitch Lasky, investidor de risco na Benchmark Capital, empresa especializada em empresas de games, acredita que o Facebook é viável para desenvolvedores independenes. "Mas as empresas que aspiram se tornar grandes editoras de jogos estão saindo da plataforma para aparelhos móveis e a internet aberta. As editoras não estão convencidas de que os custos do Facebook valem a pena", disse.
Um exemplo é a CrowdStar, que tinha jogos sociais no site de Zuckerberg. Entre 2010 e 2011, resolveu lançar games para iPhone e iPad. A partir daí, a receita no Facebook caiu de 90% para 50%. Esse ano a empresa espera apenas 10% da rede social. O resto deve vir dos smartphones e tablets.
Outro motivo que faz as empresas saírem do Facebook é o valor alto que ele cobra pelos games: 30% de comissão sobre a receita gerada no seu site. O contrato com a Zynga, por exemplo, dura até 2015. E a empresa é responsável por 12% do faturamento da rede social.
Preparem seus botes, pois o barco pode estar afundando.
Via: O Estado de S. Paulo

Fórum Relações de Consumo de Telecomunicações - Opiniões

Ao participar do Fórum de Relações de Consumo de Telecomunicações, de início foi apresentado uma mesa de debate de peso: Marco Aurélio Gastaldi Buzzi - Ministro do Supremo Tribunal de Justiça, Sr. José Carlos Araújo – Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, Sr. Eduardo Levy – Diretor Executivo - FEBRATEL, Sr.ª Juliana Pereira da Silva - Secretária Nacional do Consumidor – Senacom – Ministério da Justiça, Sr. Maximiliano Martinhão - Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Sr. João Baptista Rezende - Presidente - ANATEL, Sr. Odon Bezerra Cavalcanti Sobrinho - Presidente da Comissão Especial de Defesa do Consumidor – Conselho Federal da OAB, houve a apresentação geral dos palestrantes e a primeira a falar foi a Sr.ª Juliana Pereira da Silva do SENACOM, ao explanar que o consumidor hoje tem outra postura, quer um "smartphone", um "Tablet", e quer um serviço de qualidade, exige um serviço de qualidade, com um preço justo.

Em palestra iniciada pelo Ministro Marco Aurélio Buzzi, o ministro teceu comentários que pareciam agradar a todos, falando do mercado, dos consumidores, das empresas de telecomunicação, e teceu um discurso meramente político e polido, é interessante observar que neste tipo de fórum quando se fala em relações Consunidor X Prestadores de Serviço, parece que existe apenas um "mal entendido" de fácil solução, até se falou e foi ventilado que não é culpa das operadoras não fornecer  a velocidade de banda larga combinada.O ministro em sua explanação deixou claro o seguinte: "A sentença não resolve conflitos sociológicos", dando a entender que não cabe ao Judiciário resolver questões que poderiam ser resolvidas entre as partes, mas onde o consumidor consegue fazer frente às operadoras de telefonia? Um dos preceitos da Sociologia é a clara observância dos fenômenos sociais e suas relações, ter tal atitude de pedir que não lotem o judiciário com ações sobre relações de consumo, é o mesmo que pedir para que seja válido o tipo de relação que ocorria antes do Código de Defesa do Consumidor, onde se entendia que caberia ao mercado regular suas relações com os consumidores, mas a via judiciária é o remédio garantido pela Constituição para que o cidadão, as empresas e qualquer parte que se sinta prejudica que busque seus direitos na forma máxima existente, a forma legal. É curioso ver a postura de um ministro do STJ em relação a isso, em um estado capitalista, ainda mais em países em desenvolvimento, onde empresas visam claramente o lucro ,fornecendo mais e oferendo menos, e menos ainda, não cumprindo sequer com o que é acordado nos contratos feitos com os consumidores e com o Governo. Há claramente um grande abismo entre o que as instâncias superiores enxerga e o que a sociedade enxerga.


Kelsen Pio Belo Coelho
Especialista em TI

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Tecnologia SSD – State Solid Drive – A Revolução?


Postei um vídeo referente a uma nova tecnologia para armazenamento de informações – repare que eu disse armazenamento de informações e na HD – e que deve ser o provável substituto do HD convencional, o SSD (State Solid Drive), mas resolvi esclarecer um pouco sobre essa nova tecnologia. Tecnologia SSD deixa seu PC mais rápido!.

O que é? É um dispositivo com um conjunto não móveis, para armazenamento de dados digitais não voláteis!? Entendeu? Significa o seguinte: é um novo tipo de dispositivo para armazenamento de informações, feito com componentes totalmente eletrônicos, não se aplica mais o termo disco, já que o disco rígido normal tem esse nome devido aos discos metálicos internos usados para armazenamento de informações, além de um braço mecânico que faz toda a leitura e gravação das informações.

hd tradicional
 
 
 
 Drive SSD

Vale a pena? Sim, o grande problema do Hard Disk ou Disco Rígido é que sua estrutura ainda é baseada no projeto original da década de 1950s, mesmo com os avanços tecnológicos, mudança no material dos discos, motores mais modernos e rápidos, cabeças de leitura/gravação mais sensíveis, o HD esbarrava nos seguintes pontos:

  1. os componentes mecânicos por mais modernos que fossem tinham um limite de velocidade que não acompanhava os demais componentes do computador, como as memórias;
  2. por ser um processo mecânico de acesso às informações, era inevitável o problema com altas temperaturas, daí a recomendação de se colocar mais de um “cooler” no computador e até um “cooler” para o HD para resfriamento;
  3. problemas de temperatura e sua estrutura mecânica tornavam o HD um dispositivo mais sensível a choques, fosse por quedas, esbarrões, trepidações etc, o que acabava sempre provocando erros – às vezes irreparáveis – no disco.

Onde o SSD é melhor? A tecnologia empregada nos discos é a mesma dos “flash drives”, conhecidos como “pen drives”, para quem não sabe ou não se recorda, o princípio dos “pen drives” é o mesmo das as memórias do computador, assim o SSD apresenta as seguintes vantagens:

  1. É muito mais rápido no seu processo de escrita e leitura de dados,  sendo utilizado o padrão de microssegundos ou milionésimos de segundos, enquanto o HD utiliza milissegundos ou milésimos de segundos, algo assim: enquanto um HD leva de 5 a 10 ms para acessar uma informação, o SSD leva de 0,3 a 0,6 ms para a mesma operação;
  2. por não conter partes mecânicas, fica praticamente livre de problemas de choque, vibrações, não tem problemas de temperatura como o HD e tem seu consumo de energia bem reduzido, o que é ótimo para dispositivos móveis, principalmente notebooks;
  3. sua tecnologia torna uma máquina muito mais rápida, já que seus componentes estariam equiparados com os demais componentes do computador – que são mais rápidos que o HD.



O SSD vai enterrar o HD? Nos dias atuais, não, ainda vai levar um tempo para essa tecnologia se solidificar por aqui e mais ainda, substituir totalmente os HDs, o problema hoje é o preço dos mesmos, mas que vem tendo uma queda significativa e deve sim ser adotada como padrão pelo mercado em pouco tempo;

Então meus velhos HDs não vão servir para nada? Pelo contrário, o ideal é usar tanto o HD de computador, como o de notebook para backups, “cases” externos para hd custam entre R$30,00 e R$50,00, então você tem aí um ótimo dispositivo para guardar seus arquivos mais importantes, como fotos, projetos e outros documentos e o melhor é que esses dispositivos tem conexão USB, sendo que o PC vai visualizar o novo disco externo como se fosse um simples pen drive.
 


Kelsen Pio Belo Coelho
 


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mário Bros - A Criação de Um Ícone

Como Shigeru Miyamoto deu vida ao encanador mais famoso do mundo


O personagem mais famoso da história dos videogames, um encanador cheio de carisma chamado Mario, foi criado pelo desenvolvedor japonês Shigeru Miyamoto, e serve como mascote da Nintendo há 30 anos. O herói estrelou 200 jogos diferentes, já jogou tênis, virou médico, tomou cogumelos e salvou a Princesa Peach incontáveis vezes do vilão Bowser.
Aqui nós contamos os detalhes da criação de Mario, seu humilde começo como carpinteiro que deveria resgatar uma donzela até o desenvolvimento de clássicos como Super Mario Bros. Conheça os títulos e as histórias que ajudaram a conceber a lenda maior dos jogos:

Jumpman

Assim que os videogames passaram a se tornar uma forma rentável de entretenimento, Shigeru Miyamoto se viu contratado pela Nintendo com a pressão de criar um arcade para competir com Space Invaders e Pac-Man nos fliperamas ao redor do mundo - e colocar a Nintendo no mapa. Miyamoto concebeu um jogo baseado em Popeye, mas quando o licenciamento do desenho não vingou, o japonês adaptou um dos triângulos amorosos mais famosos da cultura pop - Popeye, Olívia Palito e Brutus - para um cenário à moda King Kong.
Em Donkey Kong, lançado para arcades em 1981, um gorila atirava barris no pobre Jumpman, um carpinteiro que deveria resgatar sua namorada, Pauline (conhecida primeiramente somente como Lady, ou seja, a Dama), dos braços do vilão animalesco.

It’s a me, Mario

O nome original de Mario, Jumpman, vem de sua mecânica simples aplicada ao game, que terminaria sendo a marca registrada do herói. Como o título seria lançado para arcades, a Nintendo teve que atribuir uma ação a um único botão: o de pulo.
Antes de Mario ganhar seu nome definitivo, Miyamoto considerou chamá-lo Mr. Video, para usar sua criatura em diversos tipos de jogos. O problema é que o nome poderia confundir o público em inglês... Diz a lenda, então, que durante uma reunião de diretoria da Nintendo, na qual Miyamoto estava presente, o dono do prédio entrou para cobrar o aluguel atrasado. Seu nome era Mario Segali.
Muita gente ainda acredita que o nome completo do personagem é Mario Mario, enquanto o seu irmão se chamaria Luigi Mario. Em entrevista à revista GameInformer, o desenvolvedor explica a confusão: “Hollywood fez uma versão de Mario Bros. para o cinema. Havia uma cena no roteiro em que eles precisavam dar um sobrenome aos personagens. Alguém sugeriu que, porque eles se chamam Mario Bros., o sobrenome deles seria Mario. Eu escutei isso e gargalhei. Claro, isso acabou incluído no filme. Mas assim como Mickey Mouse não tem um nome real, Mario é somente Mario, e Luigi é somente Luigi”.

Menos tecnologia, mais criatividade

Foi a tecnologia possível nos anos 1980 que deu a Mario suas características, como explica seu criador em entrevista ao site Popular Mechanics: “Por conta da tecnologia da época, era muito difícil criar um personagem ímpar, havia uma paleta de cores e formatos muito limitada. Se você olhar para o rosto do primeiro Mario, vai perceber que ele é feito de somente sete retângulos. Meu objetivo era criar um personagem mais distinto possível com essa palheta limitada. Por conta disso, ele tem características tão fortes, como seu narigão”. Um chapéu e o vasto bigode completam o visual básico.
Sobre a paleta de cores limitada, Miyamoto falou à Eurogamer: “Mario era originalmente vermelho, azul, branco e preto. Somente em Super Mario Bros. 3 [de 1988] mudamos a cor de seu cabelo. Como o bigode era a continuação do desenho da boca, ele permaneceu preto, mas nos sentíamos mal por Mario não ter uma cor de cabelo definida, daí fizemos castanho”.

Contra o macaco

Logo depois de salvar a mocinha do jogo de 1981, Mario foi o antagonista de Donkey Kong Jr., lançado em 1982, em que o jogador controla o filho do gorila, na missão de salvar Kong, sequestrado pelo encanador. Mario foi vilão mais uma vez: em Donkey Kong Circus (1984), da série Game and Watch, ele aprisionava o gorila para apresentá-lo como atração de seu circo. Depois disso, o personagem ainda apareceu juntamente a Donkey Kong em um game de hóquei, e na série animada The Saturday Supercade.
No desenho, porém, Mario já é apresentado como um protagonista heroico, enquanto o macaco acaba novamente no papel de adversário. Mario aparece rápido no pano de fundo de outros jogos da série Donkey Kong, mas a Nintendo optou por não colocar o carpinteiro em Donkey Kong 3. O videogame foi um fracasso de vendas - o que abriu as portas para uma nova saga, que começou com Mario Bros., jogo de arcade de 1983.

Mario e Luigi, os encanadores

A definição do papel de Mario seguia o contexto do jogo; como em Donkey Kong o cenário era uma construção, Mario era um um carpinteiro. No caso de Mario Bros., a ação se passaria toda embaixo da terra, e alguém da produção sugeriu que Mario parecia muito mais um encanador. Miyamoto então decidiu que o videogame se passaria nos esgotos de Nova York, e que Mario seria um americano com ascendência italiana. Para criar um submundo cheio de inimigos, a inspiração veio do jogo de arcade Joust, de 1982, em que dois personagens batalhavam pterodátilos, montados em avestruzes voadores.
Por algum motivo, Miyamoto povoou os esgotos com tartarugas (as Tartarugas Ninja só apareceriam em 1984...). Assim como Joust, Mario Bros. também teria um segundo jogador, e o desenvolvedor criou o irmão de Mario, Luigi, que tinha quase o mesmo design do protagonista, mas com uma paleta de cores diferente. A mecânica era similar à do primeiro jogo, conforme diz Miyamoto ao Nintendo Channel: “Primeiramente, fiz Donkey Kong. Eu queria que a tela andasse, mas a tecnologia não permitia isso. Deu certo, porque quando você joga em uma tela fixa, você pode ver toda a fase. Então, fiz Mario Bros. Ele também tinha uma tela fixa, o que ajudava a criar uma estratégia”.

Super Mario

O primeiro jogo em que Mario aparece como um adorável encanador que deve salvar a Princesa Peach (ou Toadstool como dizia o livreto da época) do reino de Mushroom das garras de Bowser foi Super Mario Bros., lançado para o Nintendo em 1985.
Toda a estrutura conhecida da série tem sua base aqui: os canos, Goombas e Koopa Troopas, o mundo com seus vários castelos ("desculpe, mas sua princesa está em outro castelo"), os chefes de fase e até mesmo as warp zones, atalhos dimensionais que permitiam passar rapidamente de uma fase a outra. Luigi também aparecia nesse jogo de 1985, mas somente no modo mutiplayer.
De acordo com Miyamoto, sua busca pelo jogo de plataforma, em que a tela não era fixa, terminou em uma sexta-feira, 13. “Eu queria fazer algo que tivesse uma longa distância e parar de fazer cenários com uma tela preta de fundo. Queria um game agradável aos olhos, mas também algo que fosse pop e deixasse um impacto. Eu também queria deixar uma impressão diferente quando as pessoas estivessem no submundo e em cima. Por isso, coloquei o céu como pintura de fundo”. O game alocava somente 40kb de memória de um cartucho. O resto é história.
http://omelete.uol.com.br/super-mario-bros/games/mario-criacao-de-um-icone/
Fonte: 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Administração Pública Federal define certificações para os seus servidores na área de Segurança da Informação

Administração Pública Federal define certificações para os seus servidores na área de Segurança da Informação – Veja aqui as certificações selecionadas

Fonte:http://www.blog.clavis.com.br/administracao-publica-federal-define-certificacoes-para-os-seus-servidores-na-area-de-seguranca-da-informacao-veja-aqui-as-certificacoes-selecionadas/

DSIC

O Departamento de Segurança da Informação e Comunicações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (DSIC) foi formalizado em dezembro de 2010, e desde então é de grande importância para a Segurança da Informação no cenário brasileiro.
Dentre suas missões temos: planejar e coordenar atividades de Segurança da Informação na Administração pública federal; e ainda diversas outras atividades no que tange a Segurança da Informação nacional.
De acordo com o próprio órgão “o DSIC/SE/GSIPR vem atuando em matérias relacionadas à Segurança das Infraestruturas Críticas da Informação, definidas como o subconjunto de ativos de informação – meios de armazenamento, transmissão e processamento, sistemas de informação, bem como os locais onde se encontram esses meios e as pessoas que a eles têm acesso – que afetam diretamente a consecução e a continuidade da missão do Estado e a segurança da sociedade. Cada vez mais a identificação dos ativos de informação essenciais é priorizada, seja no setor público ou privado, assim como o tratamento dos riscos a que estes ativos estão expostos, pois o impacto causado pela perda ou indisponibilidade destes ativos pode comprometer toda a cadeia de Infraestruturas Críticas existentes no País, principalmente pela característica de elevada transversalidade que as infraestruturas críticas da informação apresentam, somada a convergência de tecnologias dos dias atuais. Os Ativos de informação, como qualquer outro relevante para o negócio, têm valor para a organização e necessitam ser adequadamente protegidos. “
A fim de conscientizar e preparar melhor a equipe que faz parte da Administração pública federal, foram criadas algumas diretrizes. Neste artigo iremos ressaltar duas delas:
ATUAÇÃO E ADEQUAÇÕES PARA PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES NOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – Norma 17/IN01/DSIC/GSIPR
Esta norma trata os deveres de uma entidade que atua na área de Segurança da Informação e Comunicação (SIC) na Administração Pública Federal (APF). Um dos deveres é o empenho na obtenção de certificações profissionais, estas de extrema importância na área de Segurança da Informação.
Dentre as atuações e deveres da APF (Administração Pública Federal), destacamos as seguintes:
  • Engajar-se na busca pelo conhecimento e promover ações no sentido de consolidar a cultura de SIC;
  • Empenhar-se para obter certificações profissionais, seguindo preferencialmente as recomendações propostas na tabela em anexo;
  • Prover a capacitação dos profissionais de SIC, em âmbito interno e externo, preferencialmente alinhada às certificações profissionais e aos temas recomendados nos nas duas abaixo;
  • Estabelecer políticas de incentivo ao estudo e à pesquisa, bem como a produção e aquisição de obras literárias e normas técnicas de SIC e áreas correlatas.
Dentre as certificações sugeridas pelo DSIC, temos:
certificacoes-SIC-anexo_A-1
certificacoes-SIC-anexo_A-2
certificacoes-SIC-anexo_A-3

A norma auxilia tantos aos profissionais atuantes na área governamental, como aos gerentes de equipes, na formação e preparo de cada um. Leia o documento na íntegra através do link.
Já em outra norma (18/IN01/DSIC/GSIPR), a Coordenação-Geral de Gestão da Segurança da Informação e Comunicações (CGGSIC) expõe seus deveres para o preparo e formação para os profissionais prestadores de serviços na Administração Pública Federal.
DIRETRIZES PARA AS ATIVIDADES DE ENSINO EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES NOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – Norma 18/IN01/DSIC/GSIPR
A norma estabelece o dever de que todas as entidades que prestam serviços na administração pública federal, seja ela de forma direta ou indireta, recebam orientações/instruções em Segurança da Informação e Comunicação.
Será de responsabilidade da Coordenação-Geral de Gestão da Segurança da Informação e Comunicações (CGGSIC), planejar e coordenar a execução das atividades de ensino em Segurança da Informação na Administração Pública Federal.
Anualmente, ao final do primeiro semestre, a CGGSIC irá divulgar uma sugestão de ementa para a grade curricular dos cursos das Escolas do Governo para o ano posterior. Dentre as atividades estão: Sensibilização, Conscientização, Capacitação e Especialização em Segurança da Informação e Comunicações.
Leia a norma na íntegra através do link.
Aproveite a oportunidade para conhecer sobre os cursos oficiais da ISACA, EC-Council (Presencial ou Online), (ISC)2 e CompTIA ofertados pela Clavis Segurança da Informação.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Criadora do Videogame Atari entra com Pedido de Falência nos EUA


Medida tenta recursos para empresa focar em jogos para smartphones.
Atari americana quer se separar do braço francês, a Infogrames.


Atari 2600, um dos videogames mais conhecidos lançados pela companhia (Foto: Divulgação) 
Atari 2600, um dos videogames mais conhecidos lançados pela companhia (Foto: Divulgação)
A Atari, uma das empresas pioneiras no mercado de videogames, entrou com pedido de falência nos Estados Unidos, comunicou a companhia nesta segunda-feira (21). A companhia é famosa pelo game "Pong" e pelo videogame Atari 2600, populares nas décadas de 1970 e 1980.
O objetivo do pedido de falência é conseguir se tornar independente da parte francesa da Atari, a Infogrames, – grupo chamado de Atari SA - e conseguir fundos para focar no desenvolvimento de jogos com distribuição digital para tablets e smartphones.
A Atari Inc., Atari Interactive Inc., Humongous Inc. e California US Holdings Inc., o braço americano da empresa, se tornariam independentes da Atari SA. "Com o pedido de falência, o braço norte-americano da Atari busca separar suas operações da estrutura financeira do braço francês da companhia", diz o comunicado. "O pedido constitui uma opção estratégica para a Atari nos Estados Unidos, permitindo que se proteja seu velor e suas propriedades intelectuais e consiga recursos financeiros que não eram possíveis dentro da Atari SA".
A Infogrames tem resultados abaixo do esperado há anos e prejudica a operação nos Estados Unidos.
Em dezembro, a Atari anunciou que procurava investidores para levantar uma quantia que permitisse desenvolver jogos para os dispositivos. A empresa já havia mudado seu foco de produção para games por download para smartphones e tablets.
A Atari, fundada em 28 de junho de 1972 por Nolan Bushnell e Ted Dabney, foi uma das empresas pioneiras do mercado de games, com o game "Pong", para os fliperamas, apontado como um dos responsáveis pelo estouro do mercado de videogames, que atualmente arrecada bilhões de dólares em todo o mundo. Como games mais populares estão, além de "Pong", "Centipede", "Asteroids" entre outros.

fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/01/criadora-do-videogame-atari-entra-com-pedido-de-falencia-nos-eua.html

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Como Corrigir o Erro da Atualização do Windows 7



Os usuários brasileiros da versão 32 bits do Windows 7, da Microsoft, têm sofrido desde o lançamento do último pacote de atualizações do sistema operacional. Isso porque, um erro no update impede a inicialização das máquinas.

Em comunicado, a companhia reconheceu o problema e disse que está trabalhando para resolvê-lo. Mas, enquanto a solução não sai, o Blog Digital, com a ajuda de Rogério Pereira, diretor de operações da Sr. Computador, especializada em manutenção de equipamentos, preparou um passo-a-passo para ajudar os usuários a resolver o erro. Confira.

Passo-a-passo:

1º - Reinicie a máquina.

2º - Enquanto o computador estiver reiniciando, antes de entrar na tela do Windows, pressione várias vezes a tecla F8 até aparecer o menu de boot com as opções de inicialização.

3º - Aparecerá uma tela de múltiplas escolhas, para profissionais da área parecida com a do sistema DOS. Clique em “recuperar seu computador”.

4º - Na sequência, aparecerá uma outra lista, clique em “front de comando”.

5º - Na tela seguinte, digite o comando echo %systemdrive% e então aperte Enter. Então ele vai perguntar qual é a letra do drive do sistema (geralmente é a “C”). Então digite o segundo comando dism.exe /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions . Depois, reinicie o computador para acessar o Windows.

6º - Após entrar no sistema, vá até o Windows Update e desligue a atualização automática. Para isso, entre em Meu Computador e clique com o botão direito em Propriedades. Uma tela irá abrir e, no canto inferior esquerdo, clique em Windows Update.

7º - Na nova tela, clique em alterar configurações, atualizações importantes e deixe marcado a opção “procurar atualizações”, mas permitindo que se possa escolher quando baixá-la e instalá-la, para que não baixe automaticamente.

8º - O último passo é clicar em confirmar. A partir deste ok, o Windows não vai mais realizar a atualização automaticamente. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


Vem aí o Intel Extreme Masters

Campeonato de games que reunirá os melhores jogadores do mundo tem final na Alemanha e prêmios de mais de R$100 mil.



A Intel Extreme Party, evento para a imprensa e convidados, serviu para anunciar a segunda edição de uma etapa brasileira do Intel Extreme Masters, campeonato de games que reúne os melhores jogadores do mundo. A etapa brasileira acontecerá durante a Campus Party, de 28 de janeiro à 3 de fevereiro e será a quinta rodada. A final mundial está prevista para março de 2013, na Alemanha.
Diferente do ano passado, a grande atração do campeonato será o jogo League of Legends (LoL), (jogo de combate em formato multiplayer). A modalidade de LoL contará com a participação de oito equipes previamente classificadas. Essas equipes disputarão um total de 50 mil dólares (cerca de R$102 mil) em prêmios e a classificação para a final mundial.
O Brasil será representado por dois times na modalidade de LoL, o paiN gaming e o Me Salva Batima e por hora são os únicos times conhecidos, já que a Eletronic Sports League (ESL) ainda não divulgou os demais times.
Há também outra atração, o campeonato de StarCraft II: Wings of Liberty, este, aberto ao público, acontecendo nos dois primeiros dias da Campus Party. Para cada dia, serão disponibilizadas 32 vagas e os interessados podem se inscrever no estande da Intel. Os primeiros colocados de cada dia, ganharão processadores da 3ª geração da família Intel Core e discos SSD.
Haverá ainda, entre os eventos da Intel Extreme, um campeonato do inédito StarCraft II: Heart of the Swarm, este, disputado entre os melhores jogadores de StarCraft e valendo prêmios de cinco mil dólares.
O Gerente Mundial de Produtos para Entusiastas da Intel, Brent Mcgray acredita em um público de mais de 100 mil visitantes durante o Intel Extreme Masters e ainda explica o motivo pelo qual, escolheu mais uma vez o Brasil para uma etapa do campeonato.
"O Intel Extreme Masters foi uma das principais atrações da Campus Party do ano passado, isso, aliado a paixão do brasileiro, foram os motivos de trazer o campeonato ao país por mais uma temporada". Além disso, Brent, acredita que o campeonato será acirrado e emocionante.
A Intel ainda aproveitou e mostrou a nova geração de ultrabooks com seus processadores. A novidade fica pelo reconhecimento de movimento, demonstrado através de jogos. A maioria deles, são híbridos e funcionam como tablets, tornando o touchscreen padrão.

10 Lições de Steve Jobs para Ajudar na Sua Carreira


Não resta dúvida que Steve Jobs - Fundador e Gênio da Apple - foi uma das maiores mentes criativas do século e criou padrões e modelos de negócio que são obrigatoriamente seguidos por toda a indústria de tecnologia, polêmico, contestador, Jobs construiu o império da maçã com muito suor e com certeza muitas lágrimas de muita gente, havia um ditado na Apple que dizia que qualquer relacionamento com Steve Jobs ali se resumia a duas posturas: ou você o ama ou você o odeia, não há outro meio termo. Jobs tinha uma maneira de extrair o melhor de cada um não importava a forma que fosse, mas não há como negar que seu comportamento e suas atitudes levaram tanto ele como a Apple ao patamar que estão hoje, e suas lições valem merecem pelo menos uma reflexão.

SÃO PAULO - Um artigo publicado na revista Forbes lista as maiores lições que o fundador da Apple, Steve Jobs, pode ensinar sobre carreira, negócios e vida pessoal. Você sabe quais são elas? Confira abaixo.




1. Ame o que faz
Jobs era cercado de coisas que ele amava: sua empresa, seus produtos e até as pessoas com que trabalhava. Claro que ele se tornou um bilionário ao longo do tempo (e como não amar isso?), porém, a questão é ter insistido em uma paixão.
“Nós todos temos maus empregos, seja por um ponto ou outro. Mas a grande questão que você tem que se perguntar é: estou no trabalho certo? Eu encontrei o que quero fazer para o resto de minha vida? É esse o grupo de pessoas com quem quero trabalhar?”, questionou o autor da publicação, Eric Jackson. “Se predominarem as respostas negativas, tenha coragem de fazer uma mudança o mais rápido. A vida não dura para sempre, como nós mesmo vimos com Jobs. Comece a construir seu caminho agora”.

2. Não tolere palhaços ao seu redor
Durante sua vida, Steve tinha um senso detector de palhaços. Ele não deixava pessoas desse tipo se proliferarem em suas empresas. Por quê? Steve acreditava que pessoas que faziam piadas sobre tudo, não levavam nada a sério e até passavam do limite não conseguiam tomar decisões que não fossem “de palhaços”. “Palhaços contratam palhaços. Não deixe que eles se enraízam em torno de você”.

3. Você não pode fazer tudo sozinho
Entre a primeira e segunda vez que Jobs comandou a Apple, ele se tornou um chefe muito melhor. Ele aprendeu que não dá para carregar tudo nas costas, inclusive em sua carreira. Você precisa de pessoas talentosas, inspiradoras e que você goste delas. O mais importante: elas devem ter a oportunidade de ter sucesso por conta própria, não ser apenas seu fantoche.
“Você deve aprender a ser um grande líder e gestor de pessoas, se quiser ver suas ideias e trabalho tendo impacto sobre o mundo”, resume Jackson.

4. Se você quiser vender algo, se coloque no lugar do comprador
A Apple era especial para Steve, e não porque ela proporcionava muito dinheiro, mas porque ela era do jeito que ele amava. Seus produtos sempre foram os melhores que ele poderia imaginar, e não é à toa que muitas pessoas pensem igual. Isso não vem apenas do marketing da empresa, mas porque o consumidor se identifica e gosta do produto. Como Jobs, acredite no seu produto ou serviço, tente se apaixonar eles. Se você não conseguir, reveja se eles são bons para seu público.

5. Seja o melhor de sua área, mas não seja tão inacessível
“Uma das coisas que aprendi com Steve foi que ele produzia tecnologias tão surpreendentes, que até seu custo valia a pena. Os produtos da Apple são caros para muitas pessoas, mas quem compra, adora", disse a publicação. Um iPhone, por exemplo, é utilizada tanto pela classe média, quanto para a classe alta. O diferencial da Apple não é exclusividade, mas sim a experiência do consumidor.

6. Se você não vence a competição no jogo, mude as regras
Quem iria trocar o mp3 e músicas grátis por um iPod que obrigava seus usuários a pagarem pelo que ouve? Os smartphones tinham teclados físicos, como do BlackBerry, Palm Treo e até o Android, do Google. Mas, a Apple lançou algo totalmente diferente com a tecnologia touch. Jobs revolucionou mercados que ninguém acreditava que poderia liderar, passando por gigantes como Samsung, Dell e Google.
A maior lição disso é que não há jogo que você não possa vencer, basta pensar diferente e mudar as regras do tabuleiro.

7. Não brinque com sua saúde
Além das lições de liderança, criatividade e de negócios, é impossível não falar sobre as lições que Jobs poderia lhe ensinar sobre a saúde. “É ótimo celebrar o que Jobs fez em sua vida e aprender com ele, mas o fato é que ele não está mais aqui. E ele provavelmente ainda estaria se tivesse tratado agressivamente seu câncer, como seus médicos sugeriram quando descobriram a doença. Em vez disso, Steve utilizou um monte de terapias naturopáticas que não eram eficazes”.
Quando ele finalmente seguiu os conselhos médicos, muito tempo já tinha se passado para salvá-lo. Cuidar da mente é importante, mas ter saúde para seguir em frente é essencial.

8. Não se acomode com o sucesso
A Apple demorou 10 anos para liderar as vendas de celular. E, uma vez que chegou ao topo, muitos achavam que Jobs e os executivos da Apple poderiam descansar e aproveitar sua fortuna e sucesso profissional. A Apple não fez nada disso. Pelo contrário, continuou trabalhando duro visando conquistar outros mercados.

9. Não tenha apenas um embrulho, mas também uma apresentação
Steve Jobs foi quase mítico quando o assunto era a apresentação de um produto. Críticos da Apple não gostavam disso, pois alegavam que Jobs lançava uma espécie de feitiço sobre as pessoas. Mas, em vez de apenas criticar, por que não aprender com ele? Uma boa apresentação causa ótimas impressões. Invista nisso em sua empresa ou carreira.
  
10. Você faz um trabalho que se orgulharia em mostrar a seus amigos e familiares?
Lembra da primeira lição de Jobs? Além da paixão, você também precisa ter orgulho do que faz. Uma das máximas da Apple é testar seus funcionários sobre seu trabalho: você se orgulha do que está fazendo? Falaria bem dele para seus colegas e familiares?
Essa é uma ótima maneira de motivar seus subordinados, pois seu foco muda da empresa para o trabalho do funcionário. Será que o problema não pode vir de você? Isso serve tanto para a vida pessoal quanto profissional. Afinal, ao chegar em casa, você se orgulha do que fez ao longo do dia?




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Lá vem 2013 e os velhos problemas de informática vêm junto...


Bom, 2013 chegou e ainda estou tentando me livrar de alguns problemas tecnológicos de 2012, vírus, rootkits, spammers, spywares, etc... e como estou prevendo (não sou vidente ou coisa parecida) 2013 reserva uma série de dores de cabeça para todos nós,  então para começarmos bem, estou disponibilizando algumas informações interessantes e úteis como o manual de  "Boas Práticas em Segurança da Informação" do TCU e uma lista de 165 blogs de Segurnça da Informação em Português, além do link de um dos melhores anti-vírus gratuito de 2012 -  vou escrever um outro post sobre essa questão viral - o eleito na relação custo-benefício foi o Avast 7, um boa leitura para todos.