segunda-feira, 2 de março de 2015

Indicados ao Prêmio Incompetência 2015 - Receita Federal

Começamos bem 2015, e assim como muitos brasileiros que tem que declarar o imposto de renda, eu deixei tudo preparado, pronto para ser digitado no programa da receita, mas, como não podia deixar de ser, começaram os problemas: 

1 - Nós últimos dois anos, a Receita Federal disponibilizou o programa na última semana de fevereiro, permitindo que os usuários se adiantassem, e no primeiro dia útil de março, começassem as transmissões, bom, em 2015 isso não ocorreu, foi dispnibilizada um "rascunho" no próprio sítio - sou brasileiro e o português é a língua oficial do meu país, então é sítio - algo que seria uma ferramenta a mais, mas como não foi disponibilizado o programa, isso não não conseguiu ser tão eficiente como poderia ser;

2 - A melhor de todas, a receita só iria liberar o programa às 08 horas do dia 02 de março, e lá vou eu, levanto mais cedo, deixo tudo preparado, acesso a página da receita, clico no link de acesso ao programa e ..... biduzão, sou direcionado para uma página de erro da própria Receita que diz: "Erro 404 - Página Não Encontrada!", insisto várias vezes, mas o erro continua, passados alguns minutos, o link do programa funciona, funciona? Depende do seu ponto de vista, ele começa a baixar o programa, mas provoca um erro é aborta a operação, insisto novamente, e o mesmo erro se repete, então, insisto e???? "Erro 404 - Página Não Encontrada!", não vou postar aqui o que falei logo após ver está mensagem e refletir do fundo da minha alma, saio, tomo um café, volto, tomo outro café, volto, se eu tomar mais café vou abrir um buraco no meu estômago, e lá vamos nós de novo, agora o programa começou a ser baixado, mas provocou erro de novo, Va-lha-me Deus!!! Insisto, afinal sou brasileiro e não desisto nunca, e começamos a difícil operação de baixar o arquivo, mas...... lá vem outro erro, então ao repetir a operação, eis que surge está tela:

Em outras palavras, a Receita Federal concorre ao prêmio Vexame Tecnológico 2015 - Categoria Governo Federal e ao Troféu Incompetência, por conseguir com muito esforço tumultuar algo tão simples que é a baixa do programa de imposto de renda 2015.

Kelsen

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

E-mail falso do MPF

        Esta manhã, ao acessar a minha caixa de mensagens, me deparo com o seguinte título de um e-mail: MPF- Delegacia Virtual -Intimação Urgente, onde o corpo da mensagem trazia como dizeres que eu deveria comparecer ao MPF, referente a um suposto processo judicial, bom, ao verificar a codificação da mensagem, só confirmei minhas suspeitas, de que se tratava de um "fisihng", modalidade de fraude, onde você clica em um dos links da mensagem e acaba infectando sua máquina com "spywares", "rootkits", "vírus" e outras porcarias que tem a função de roubo de informações e dados bancários, gente, sei que é "chover no molhado" quando falo que nunca se deve clicar em links de mensagens desconhecidas, que sua máquina deve ter um bom antivírus - não basta apenas ter, mas ele deve estar bem configurado - e sempre suspeitar de mensagens enviadas, deletando-as ou as marcando como "spam" e configurando para sua exclusão automática.
           Em nota, o MPF tem alertado sobre o envio destes e-mails falsos, e reforçado que ele mesmo não envia e-mails para usuários. Pessoal, nenhum órgão público pode fazer a comunicação de um fato desses via e-mail por não ter validade legal, de acordo com a lei, as formas de citação de uma pessoa são por: Carta, Intimação, Publicação no Diário Oficial, Oficial de Justiça, Protesto em Cartório, mas nunca por e-mail, e isso vale para a Receita Federal, Bancos, Tribunais, Polícia, qualquer órgão público que tenha acesso aos seus dados, ao receber esse tipo de e-mail, delete-o imediatamente para sua segurança, e para desencargo de consciência, faça uma varredura em sua máquina.

Kelsen


Ministério Público Federal alerta para falso e-mail com intimação

Um e-mail falso em forma de intimação supostamente enviada pelo Ministério Público Federal (MPF) está circulando na internet, alertou a instituição. Em comunicado publicado em seu site, o órgão federal esclarece usuários que "não envia e-mails para fazer intimações e nem para divulgar o brasão do MPF, que não existe".

O MPF recorreu ao alerta após receber dezenas de ligações de usuários de internet ao longo da semana, preocupados com uma mensagem de correio eletrônico, que traz uma intimação de falsos procedimentos investigatórios. O órgão informa que o e-mail, provavelmente criado por criminosos virtuais, pode carregar programas maliciosos (malwares) caso o usuário acione o endereço de internet listado no corpo da mensagem. A Secretaria de Tecnologia da Informação do MPF orienta que os usuários de internet "não abram esses tipos de e-mails, não cliquem nos links e apaguem a mensagem imediatamente".

 


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Cilada Cibernética: Versão pirata do GTA V para PCs é um pacote de vírus

 
 
Com o sucesso de Grand Theft Auto V, diversos jogadores começaram a criar petições e pedir uma versão do game para os PCs, plataforma que ficou de fora do lançamento do título. Agora, algumas pessoas resolveram apelar para a pirataria de um jogo que não existe para PCs e estão pagando o preço: 18 GB de vírus.
Alguns jogadores, querendo burlar leis e o bom senso, começaram a baixar um torrent chamado “GTA V Full PC Game + Crack”. O download é do mesmo tamanho que a versão para os consoles de GTA V, trazendo arquivos de instalação como se fosse um game legítimo. Ao tentar instalá-lo, a pessoa é direcionada a um site que faz uma pesquisa falsa para liberar uma chave do título. Obviamente, se trata de um endereço criado para enganar os usuários, enquanto vírus são instalados no computador.
Caso você tentou dar uma de espertalhão, fica o seguinte aviso: A Rockstar Games NÃO lançou Grand Theft Auto V para PCs. Isso pode (e deve) acontecer no futuro, mas, até o momento, todo e qualquer download que você encontrar do game é falso. O fato de você estar baixando o título por torrent já deveria mostrar o seu erro, portanto, saiba que você também pode colocar em risco os seus dados se tentar jogar um título que nem anunciado para computadores foi.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/gta-v/46078-jogadores-baixam-versao-pirata-de-gta-v-para-pcs-e-recebem-18-gb-de-virus.htm#ixzz2ieuF70t6

Análise da notícia

Tal prática não é novidade para ninguém, não estou defendendo a pirataria aqui ou canais de compartilhamento, apenas expressando minhas idéias, como o surgimento dos programas de compartilhamento como o Napster e o Emule,  das redes P2P, principalmente o Bittorrent, a indústria de diversão se viu em apuros com dezenas de seus títulos baixados aos milhares sem o pagamento dos mesmos, jogos, CDs, DVDs, programas, não há limites para isso, e com o passar do tempo os usuários de tais serviços começaram a perceber um aumento exponencial de arquivos compartilhados infectados com vírus de computador, o que ajudou a disseminar muito mais rapidamente a ação dessas pragas virtuais, o que ninguém parou para pensar era quem estava por trás disso, bom, há alguns anos atrás com o lançamento do CD "American Life" da Cantora Madonna, CD esse que explodiu nas paradas de sucesso, começou a ser divulgada uma informação curiosa, muitas pessoas que baixaram o CD pela internet se depararam com as seguintes situações:
  1. As músicas do CD vinham incompletas, mesmo mostrando o tamanho normal das faixas, com duas estrofes apenas e depois voltando ao início;
  2. Os usuários alegavam que os arquivos estavam vindo infectados, até mesmo com novos vírus ainda desconhecidos por muitos antivírus.
Bom, o fato é que isso foi bem divulgado na Web à época e lançou-se a suspeita de que as próprias gravadoras estariam colocando esses arquivos na rede para penalizar quem copiasse ilegalmente qualquer música, não comprovei isso, mas como trabalhava com tecnologia e com manutenção de sistemas, diversas pessoas me procuravam com suas máquinas que mais pareciam um "ninho" de vírus e quase todas tinham uma coisa em comum, eram usuários de compartilhadores de arquivos ou redes P2P.
 
É um direito da empresa defender os seus ativos, mas a prática de tais ações é bastante questionável, uma vez que a disseminação indiscriminada de vírus é algo próximo ao "terrorismo digital", ato esse que já é punido com prisão em muitos países. Bom, se você quer o jogo GTA V para PCs, vai ter que esperar a empresa fabricá-lo para essa plataforma e compra-lo, se você quer compra-lo para o seu console hoje, compre! Se o preço não é atrativo - algo que não é novidade por aqui - bom, ficam duas sugestões:
 
  1. É fácil você conseguir comprar o game original pela Web através de sites legalizados e importa-lo, além de sair bem mais barato, ou pedir para alguém trazer para você.
  2. Se não tem como fazer a opção acima, vale por aqui a lei da "oferta e da procura", se todos os usuários que querem comprar o GTA V, não comprassem agora, deixando-o encalhar nas prateleira e se manifestando pela redução do preço - algo que talvez faça o PS4 ficar mais barato - isso rapidamente aconteceria.
 
É preciso tomar muito cuidado hoje com o que se copia da Web, acreditar que as empresas não fazem isso, é também acreditar que as operadoras de telefonia e TV a Cabo que oferecem serviços de internet ADSL não fazem o "traffic shaping".
 
Kelsen

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Os 15 Consoles Mais Vendidos da História





Quais são os 15 consoles mais vendidos da história?

A gente faz essa pergunta sempre que uma geração de consoles vai saindo de cena e outra nova vai entrando no lugar. É que é uma curiosidade inevitável, pois acaba dando aquele friozinho na barriga de, digamos, nostalgia.

A história dos consoles é tão longa e rica que vale contemplar a lista a seguir, com informações do Wikipedia.

Bom delírio!

15º console mais vendido da história

Nintendo 3DS (2011) - 32,4 milhões de unidades

14º console mais vendido da história

Nintendo 64 (1996) - 32,9 milhões de unidades

13º console mais vendido da história

Atari 2600 (1977) - 40 milhões de unidades

12º console mais vendido da história

Mega Drive (1988) - 41,9 milhões de unidades


11º console mais vendido da história

SNES (1990) - 49,1 milhões de unidades


10º console mais vendido da história

NES (1983) - 61,9 milhões de unidades

9º console mais vendido da história

PSP (2004) - 76,3 milhões de unidades

8º console mais vendido da história

Xbox 360 (2005) - 78,2 milhões de unidades

7º console mais vendido da história

PlayStation 3 (2006) - 80,4 milhões de unidades

6º console mais vendido da história

Game Boy Advance (2001) - 81,5 milhões de unidades

5º console mais vendido da história

Nintendo Wii (2006) - 100 milhões de unidades

4º console mais vendido da história

PlayStation (1994) - 102,4 milhões de unidades


3º console mais vendido da história

Game Boy (1989) e Game Boy Color (1998) - 118,6 milhões de unidades


2º console mais vendido da história

Nintendo DS (2004) - 153,9 milhões de unidades


E... tcham, tcham, tcham, tchaaammm...


O console mais vendido da história!

PlayStation 2 (2000) - 155 milhões de unidades


Bom, como dá para ver pelo ranking, o desempenho histórico da Nintendo em termos de consoles vendidos sempre foi invejável. É triste ver o que anda acontecendo com o Wii U. Agora, só o tempo para dizer como esse ranking vai se moldar.
 
E você? Já tem alguma aposta para a 8ª e nova geração?

Será que o PlayStation 4 ou o Xbox One podem desbancar todos esses consoles da lista?

Matéria: http://www.gamelib.com.br/geral/os-15-consoles-mais-vendidos-da-historia


Análise da Notícia

Bom, fica claro a superioridade do PS2, mas uma observação deve ser feita, o Atari - fabricado em 1977 e lançado no Brasil em 1983- vendeu 40 milhões de unidades, ficando a frente do Nintendo 64 - fabricado em 1996 - e do  Nintento 3DS - fabricado em 2011 - deve-se levar em conta que em 1977, o poder aquisitivo das pessoas não era tão grande como hoje, mesmo em países desenvolvidos, no Brasil, o Atari foi um sonho de consumo de muitas crianças e graças a Deus que empresas nacionais como a CCE e a Gradiente licenciaram o produto e venderam versões compatíveis com o Atari, mas bem mais baratas, como o célebre Supergame da CCE, o Atari perdeu espaço para a chamada 2ª geração de vídeo-games (16 Bits) como o Megadrive (1988), com imagens um pouco melhores e mais bem definidas, acessórios como a pistolas para jogos de tiro e o volantes para jogos de corrida - quem não desejou poder jogar "Enduro" com aquele console de volante e câmbio do Megadrive? - ou seja, mesmo com intervalos de 19 e 24 anos, ele ainda foi superior a produtos muito superiores tecnicamente falando, acredito que proporcionalmente aos fatores de mercado, poder econômico e acesso à tecnologia, se isso fosse calculado, poderíamos afirmar que o Atari foi o recordista absoluto em toda a história dos vídeo-games.

Kelsen

Nintendo anuncia fim da produção do Wii

Wii

Chegou a hora de dar adeus ao Wii. Depois de encerrar a produção no Japão, a Nintendo declarou que o irmão mais velho do Wii U não será mais fabricado em todo o mundo. As informações são do Kotaku.
 
O anúncio está no no site japonês da Big N com a mensagem "fabricação encerrada". Desde o lançamento do Wii U, no final de 2012, o console da geração passada ainda era comercializado – como já é de costume das empresas quando colocam um novo produto no mercado.
 
O Nintendo Wii foi lançado em 2006 e foi o primeiro videogame a introduzir um controle que reconhece movimento, sem fio. O dispositivo vendeu mais de 100 milhões de unidades em todo o mundo, se tornando, hoje, a quinta plataforma mais vendida em todo o mundo.
 
Com o tempo, suas vendas foram caindo, principalmente depois do lançamento do Kinect, o sensor de movimentos do Xbox 360 e do PlayStation Move, da Sony.
 
No ano passado, a empresa lançou o seu sucessor Wii U, que não vem obtendo muito sucesso pela falta de títulos para o console, mesmo sendo capaz de rodar jogos do seu antecessor. No primeiro semestre de 2013, a expectativa era de que fossem vendidas 5,5 milhões de unidades, mas a previsão foi diminuída para 4 milhões. No final, a empresa acabou vendendo ainda menos do que isso: apenas 3,45 milhões.
 
Com o lançamento dos novos Xbox One e PlayStation 4 se aproximando, é bem provável que a empresa veja sua participação no mercado cair ainda mais.
 
No Brasil
 
O Wii chegou no Brasil no dia 19 de dezembro de 2006 custando R$ 2.399. O preço salgado e pouco competitivo fez com que o console fosse pouco vendido por aqui nos primeiros meses. Atualmente, quase sete anos depois, é possível encontrar o aparelho em lojas credenciadas por menos de R$ 800.
Agora, o país se prepara para receber o Wii U, que deve chegar até o final de novembro, mês que o Xbox One e o PlayStation 4 também serão lançados.
 
 

 
Análise da Notícia
 
Bom, isso cedo ou tarde iria acontecer, e se levarmos em conta o avanço da tecnologia, até que o Wii sobreviveu bem, mas fica a pergunta: o que eu vou fazer agora com o meu Wii? Vender? Jogar fora? Bom, quem não conheceu a história do Atari, deve saber que o console foi um marco no mundo dos jogos, principalmente aqui no Brasil, e mesmo tendo sido deixado de lado por um tempo, voltou a ativa e hoje é alvo de colecionadores fanáticos ou saudosistas como eu, então qual a lição que fica? Bom, quem tem o Wii e gosta do console na minha opinião, deveria adquirir o maior número de jogos e acessórios possíveis, é fato que surgirão os "Wii Lovers" e vai ter mercado para esse console, mesmo com sua fabricação encerrada, conhecer o funcionamento do Wii, suas atualizações, Bios, etc é o que vai ajudar a manter ainda por décadas esse console, diferente de países como o Japão, existe por aqui uma cultura saudosista e que resiste ao tempo, então, bem vindo Wii a esse novo grupo.

Kelsen

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Fórum Relações de Consumo em Telecomunicações - Mais avaliações

Logo após um intervalo, houve a apresentação do Painel 1 do Fórum, com o título: “Mecanismos de Conciliação e Mediação e as demandas de telefonia no País”, tendo como moderador o sr. Paulo Pimentel de Viveiros - Diretor Jurídico Consumidor e Trabalhista – Embratel/Claro - que deu uma abertura interessante, colocando como posição pessoal o fato de sempre buscar uma conciliação pacífica ao invés de se recorrer às vias judiciais. 

Sr.ª Mariella Ferraz de Arruda P. Nogueira
Logo em seguida, a Sr.ª Mariella Ferraz de Arruda P. Nogueira – Magistrada Auxiliar da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça - apresentou as principais ações da Corregedoria em 2013, como a Interlocução com grandes demandados, a proposição de um novo modelo de trabalho junto as juizados especiais - conciliação/gestão, o esforço na capacitação não apenas dos integrantes do poder judiciário como também dos prepostos das empresas e o uso de meios de avaliação de serviços. Na minha opinião, um dos grandes pontos abordados pela Magistrada é a importância da Gestão em todo esse processo, implicando no melhor treinamento de pessoas e na minha opinião, não melhor qualificação e investimento em gestores capacitados para





Sr. André Felipe Gomma de Azevedo
O Sr. André Felipe Gomma de Azevedo – Membro do Comitê Gestor do Movimento Nacional pela Conciliação - SNJ - colocou uma questão interessante, a visão que se tem de Estado e do Poder Judiciário, que o poder judiciário não é apenas um lugar para se "ouvir uma sentença", mas um lugar para conciliação. É interessante observar que até agora, sempre se citou como ponto principal a gestão inteligente do processo, fica claro que o papel de um gestor público - já que se trata de um serviço prestado para o público - é fundamental. Também relatou que a grande importância para um Magistrado é que num processo, exista sempre a questão da conciliação e principalmente, que as partes envolvidas estejam preparados para oferecer e dispostos a receber uma conciliação. Tudo acaba voltando ao principal ponto a necessidade de gestores - aqui chamados de prepostos - bem preparados, que são a cara do Estado, da Empresa perante o usuário. Um dos critérios sugeridos além do melhor preparo, é a avaliação do preposto, se analisarmos isso, todo um mecanismo, toda uma estrutura hoje tem que ser mudada para que isso ocorra de fato.

É interessante observar que existe um consenso de que o melhor caminho é o da conciliação para a solução mais rápida e mais profissional para questões entre consumidores e prestadores de serviços - operadoras - a pergunta é a seguinte: Com tantos representantes das empresas de Telecomunicação presente no evento, e todos parecem rezar a mesma cartilha, o que está havendo que isso não é posto em prática, dada o gigante número de reclamações e processos contra empresas de telefonia?


Kelsen Pio Belo Coelho
Especialista em TI

É o fim do Facebook?

Empresas de jogos começam a migrar para smartphones e rede social pode ver sua maior fonte de lucro ir embora

Por Bruno Iacona de Bello em 24/Ago/2012

Esta é uma notícia antiga, publicada em 24/Ago/2012. Leia as últimas notícias publicadas no box ao lado ou clique aqui para ver todas notícias mais recentes.
O Facebook é a maior rede social do mundo, mas precisa de conteúdo para manter seus mais de 900 milhões de usuários ativos no site. E vai ser necessário muito esforço, pois as empresas de jogos estão debandando do site.
A Zynga, maior desenvolvedora de jogos sociais do Facebook, disse que percebeu um declínio em suas finanças e diz que se deve ao ambiente difícil da rede. Outras empresas também estão saindo, porque notaram maior interesse dos usuários em jogar pelo smartphone ao invés de usar a rede social.
Reprodução/TechCrunch
Mitch Lasky, investidor de risco na Benchmark Capital, empresa especializada em empresas de games, acredita que o Facebook é viável para desenvolvedores independenes. "Mas as empresas que aspiram se tornar grandes editoras de jogos estão saindo da plataforma para aparelhos móveis e a internet aberta. As editoras não estão convencidas de que os custos do Facebook valem a pena", disse.
Um exemplo é a CrowdStar, que tinha jogos sociais no site de Zuckerberg. Entre 2010 e 2011, resolveu lançar games para iPhone e iPad. A partir daí, a receita no Facebook caiu de 90% para 50%. Esse ano a empresa espera apenas 10% da rede social. O resto deve vir dos smartphones e tablets.
Outro motivo que faz as empresas saírem do Facebook é o valor alto que ele cobra pelos games: 30% de comissão sobre a receita gerada no seu site. O contrato com a Zynga, por exemplo, dura até 2015. E a empresa é responsável por 12% do faturamento da rede social.
Preparem seus botes, pois o barco pode estar afundando.
Via: O Estado de S. Paulo

Fórum Relações de Consumo de Telecomunicações - Opiniões

Ao participar do Fórum de Relações de Consumo de Telecomunicações, de início foi apresentado uma mesa de debate de peso: Marco Aurélio Gastaldi Buzzi - Ministro do Supremo Tribunal de Justiça, Sr. José Carlos Araújo – Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, Sr. Eduardo Levy – Diretor Executivo - FEBRATEL, Sr.ª Juliana Pereira da Silva - Secretária Nacional do Consumidor – Senacom – Ministério da Justiça, Sr. Maximiliano Martinhão - Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Sr. João Baptista Rezende - Presidente - ANATEL, Sr. Odon Bezerra Cavalcanti Sobrinho - Presidente da Comissão Especial de Defesa do Consumidor – Conselho Federal da OAB, houve a apresentação geral dos palestrantes e a primeira a falar foi a Sr.ª Juliana Pereira da Silva do SENACOM, ao explanar que o consumidor hoje tem outra postura, quer um "smartphone", um "Tablet", e quer um serviço de qualidade, exige um serviço de qualidade, com um preço justo.

Em palestra iniciada pelo Ministro Marco Aurélio Buzzi, o ministro teceu comentários que pareciam agradar a todos, falando do mercado, dos consumidores, das empresas de telecomunicação, e teceu um discurso meramente político e polido, é interessante observar que neste tipo de fórum quando se fala em relações Consunidor X Prestadores de Serviço, parece que existe apenas um "mal entendido" de fácil solução, até se falou e foi ventilado que não é culpa das operadoras não fornecer  a velocidade de banda larga combinada.O ministro em sua explanação deixou claro o seguinte: "A sentença não resolve conflitos sociológicos", dando a entender que não cabe ao Judiciário resolver questões que poderiam ser resolvidas entre as partes, mas onde o consumidor consegue fazer frente às operadoras de telefonia? Um dos preceitos da Sociologia é a clara observância dos fenômenos sociais e suas relações, ter tal atitude de pedir que não lotem o judiciário com ações sobre relações de consumo, é o mesmo que pedir para que seja válido o tipo de relação que ocorria antes do Código de Defesa do Consumidor, onde se entendia que caberia ao mercado regular suas relações com os consumidores, mas a via judiciária é o remédio garantido pela Constituição para que o cidadão, as empresas e qualquer parte que se sinta prejudica que busque seus direitos na forma máxima existente, a forma legal. É curioso ver a postura de um ministro do STJ em relação a isso, em um estado capitalista, ainda mais em países em desenvolvimento, onde empresas visam claramente o lucro ,fornecendo mais e oferendo menos, e menos ainda, não cumprindo sequer com o que é acordado nos contratos feitos com os consumidores e com o Governo. Há claramente um grande abismo entre o que as instâncias superiores enxerga e o que a sociedade enxerga.


Kelsen Pio Belo Coelho
Especialista em TI

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Tecnologia SSD – State Solid Drive – A Revolução?


Postei um vídeo referente a uma nova tecnologia para armazenamento de informações – repare que eu disse armazenamento de informações e na HD – e que deve ser o provável substituto do HD convencional, o SSD (State Solid Drive), mas resolvi esclarecer um pouco sobre essa nova tecnologia. Tecnologia SSD deixa seu PC mais rápido!.

O que é? É um dispositivo com um conjunto não móveis, para armazenamento de dados digitais não voláteis!? Entendeu? Significa o seguinte: é um novo tipo de dispositivo para armazenamento de informações, feito com componentes totalmente eletrônicos, não se aplica mais o termo disco, já que o disco rígido normal tem esse nome devido aos discos metálicos internos usados para armazenamento de informações, além de um braço mecânico que faz toda a leitura e gravação das informações.

hd tradicional
 
 
 
 Drive SSD

Vale a pena? Sim, o grande problema do Hard Disk ou Disco Rígido é que sua estrutura ainda é baseada no projeto original da década de 1950s, mesmo com os avanços tecnológicos, mudança no material dos discos, motores mais modernos e rápidos, cabeças de leitura/gravação mais sensíveis, o HD esbarrava nos seguintes pontos:

  1. os componentes mecânicos por mais modernos que fossem tinham um limite de velocidade que não acompanhava os demais componentes do computador, como as memórias;
  2. por ser um processo mecânico de acesso às informações, era inevitável o problema com altas temperaturas, daí a recomendação de se colocar mais de um “cooler” no computador e até um “cooler” para o HD para resfriamento;
  3. problemas de temperatura e sua estrutura mecânica tornavam o HD um dispositivo mais sensível a choques, fosse por quedas, esbarrões, trepidações etc, o que acabava sempre provocando erros – às vezes irreparáveis – no disco.

Onde o SSD é melhor? A tecnologia empregada nos discos é a mesma dos “flash drives”, conhecidos como “pen drives”, para quem não sabe ou não se recorda, o princípio dos “pen drives” é o mesmo das as memórias do computador, assim o SSD apresenta as seguintes vantagens:

  1. É muito mais rápido no seu processo de escrita e leitura de dados,  sendo utilizado o padrão de microssegundos ou milionésimos de segundos, enquanto o HD utiliza milissegundos ou milésimos de segundos, algo assim: enquanto um HD leva de 5 a 10 ms para acessar uma informação, o SSD leva de 0,3 a 0,6 ms para a mesma operação;
  2. por não conter partes mecânicas, fica praticamente livre de problemas de choque, vibrações, não tem problemas de temperatura como o HD e tem seu consumo de energia bem reduzido, o que é ótimo para dispositivos móveis, principalmente notebooks;
  3. sua tecnologia torna uma máquina muito mais rápida, já que seus componentes estariam equiparados com os demais componentes do computador – que são mais rápidos que o HD.



O SSD vai enterrar o HD? Nos dias atuais, não, ainda vai levar um tempo para essa tecnologia se solidificar por aqui e mais ainda, substituir totalmente os HDs, o problema hoje é o preço dos mesmos, mas que vem tendo uma queda significativa e deve sim ser adotada como padrão pelo mercado em pouco tempo;

Então meus velhos HDs não vão servir para nada? Pelo contrário, o ideal é usar tanto o HD de computador, como o de notebook para backups, “cases” externos para hd custam entre R$30,00 e R$50,00, então você tem aí um ótimo dispositivo para guardar seus arquivos mais importantes, como fotos, projetos e outros documentos e o melhor é que esses dispositivos tem conexão USB, sendo que o PC vai visualizar o novo disco externo como se fosse um simples pen drive.
 


Kelsen Pio Belo Coelho
 


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mário Bros - A Criação de Um Ícone

Como Shigeru Miyamoto deu vida ao encanador mais famoso do mundo


O personagem mais famoso da história dos videogames, um encanador cheio de carisma chamado Mario, foi criado pelo desenvolvedor japonês Shigeru Miyamoto, e serve como mascote da Nintendo há 30 anos. O herói estrelou 200 jogos diferentes, já jogou tênis, virou médico, tomou cogumelos e salvou a Princesa Peach incontáveis vezes do vilão Bowser.
Aqui nós contamos os detalhes da criação de Mario, seu humilde começo como carpinteiro que deveria resgatar uma donzela até o desenvolvimento de clássicos como Super Mario Bros. Conheça os títulos e as histórias que ajudaram a conceber a lenda maior dos jogos:

Jumpman

Assim que os videogames passaram a se tornar uma forma rentável de entretenimento, Shigeru Miyamoto se viu contratado pela Nintendo com a pressão de criar um arcade para competir com Space Invaders e Pac-Man nos fliperamas ao redor do mundo - e colocar a Nintendo no mapa. Miyamoto concebeu um jogo baseado em Popeye, mas quando o licenciamento do desenho não vingou, o japonês adaptou um dos triângulos amorosos mais famosos da cultura pop - Popeye, Olívia Palito e Brutus - para um cenário à moda King Kong.
Em Donkey Kong, lançado para arcades em 1981, um gorila atirava barris no pobre Jumpman, um carpinteiro que deveria resgatar sua namorada, Pauline (conhecida primeiramente somente como Lady, ou seja, a Dama), dos braços do vilão animalesco.

It’s a me, Mario

O nome original de Mario, Jumpman, vem de sua mecânica simples aplicada ao game, que terminaria sendo a marca registrada do herói. Como o título seria lançado para arcades, a Nintendo teve que atribuir uma ação a um único botão: o de pulo.
Antes de Mario ganhar seu nome definitivo, Miyamoto considerou chamá-lo Mr. Video, para usar sua criatura em diversos tipos de jogos. O problema é que o nome poderia confundir o público em inglês... Diz a lenda, então, que durante uma reunião de diretoria da Nintendo, na qual Miyamoto estava presente, o dono do prédio entrou para cobrar o aluguel atrasado. Seu nome era Mario Segali.
Muita gente ainda acredita que o nome completo do personagem é Mario Mario, enquanto o seu irmão se chamaria Luigi Mario. Em entrevista à revista GameInformer, o desenvolvedor explica a confusão: “Hollywood fez uma versão de Mario Bros. para o cinema. Havia uma cena no roteiro em que eles precisavam dar um sobrenome aos personagens. Alguém sugeriu que, porque eles se chamam Mario Bros., o sobrenome deles seria Mario. Eu escutei isso e gargalhei. Claro, isso acabou incluído no filme. Mas assim como Mickey Mouse não tem um nome real, Mario é somente Mario, e Luigi é somente Luigi”.

Menos tecnologia, mais criatividade

Foi a tecnologia possível nos anos 1980 que deu a Mario suas características, como explica seu criador em entrevista ao site Popular Mechanics: “Por conta da tecnologia da época, era muito difícil criar um personagem ímpar, havia uma paleta de cores e formatos muito limitada. Se você olhar para o rosto do primeiro Mario, vai perceber que ele é feito de somente sete retângulos. Meu objetivo era criar um personagem mais distinto possível com essa palheta limitada. Por conta disso, ele tem características tão fortes, como seu narigão”. Um chapéu e o vasto bigode completam o visual básico.
Sobre a paleta de cores limitada, Miyamoto falou à Eurogamer: “Mario era originalmente vermelho, azul, branco e preto. Somente em Super Mario Bros. 3 [de 1988] mudamos a cor de seu cabelo. Como o bigode era a continuação do desenho da boca, ele permaneceu preto, mas nos sentíamos mal por Mario não ter uma cor de cabelo definida, daí fizemos castanho”.

Contra o macaco

Logo depois de salvar a mocinha do jogo de 1981, Mario foi o antagonista de Donkey Kong Jr., lançado em 1982, em que o jogador controla o filho do gorila, na missão de salvar Kong, sequestrado pelo encanador. Mario foi vilão mais uma vez: em Donkey Kong Circus (1984), da série Game and Watch, ele aprisionava o gorila para apresentá-lo como atração de seu circo. Depois disso, o personagem ainda apareceu juntamente a Donkey Kong em um game de hóquei, e na série animada The Saturday Supercade.
No desenho, porém, Mario já é apresentado como um protagonista heroico, enquanto o macaco acaba novamente no papel de adversário. Mario aparece rápido no pano de fundo de outros jogos da série Donkey Kong, mas a Nintendo optou por não colocar o carpinteiro em Donkey Kong 3. O videogame foi um fracasso de vendas - o que abriu as portas para uma nova saga, que começou com Mario Bros., jogo de arcade de 1983.

Mario e Luigi, os encanadores

A definição do papel de Mario seguia o contexto do jogo; como em Donkey Kong o cenário era uma construção, Mario era um um carpinteiro. No caso de Mario Bros., a ação se passaria toda embaixo da terra, e alguém da produção sugeriu que Mario parecia muito mais um encanador. Miyamoto então decidiu que o videogame se passaria nos esgotos de Nova York, e que Mario seria um americano com ascendência italiana. Para criar um submundo cheio de inimigos, a inspiração veio do jogo de arcade Joust, de 1982, em que dois personagens batalhavam pterodátilos, montados em avestruzes voadores.
Por algum motivo, Miyamoto povoou os esgotos com tartarugas (as Tartarugas Ninja só apareceriam em 1984...). Assim como Joust, Mario Bros. também teria um segundo jogador, e o desenvolvedor criou o irmão de Mario, Luigi, que tinha quase o mesmo design do protagonista, mas com uma paleta de cores diferente. A mecânica era similar à do primeiro jogo, conforme diz Miyamoto ao Nintendo Channel: “Primeiramente, fiz Donkey Kong. Eu queria que a tela andasse, mas a tecnologia não permitia isso. Deu certo, porque quando você joga em uma tela fixa, você pode ver toda a fase. Então, fiz Mario Bros. Ele também tinha uma tela fixa, o que ajudava a criar uma estratégia”.

Super Mario

O primeiro jogo em que Mario aparece como um adorável encanador que deve salvar a Princesa Peach (ou Toadstool como dizia o livreto da época) do reino de Mushroom das garras de Bowser foi Super Mario Bros., lançado para o Nintendo em 1985.
Toda a estrutura conhecida da série tem sua base aqui: os canos, Goombas e Koopa Troopas, o mundo com seus vários castelos ("desculpe, mas sua princesa está em outro castelo"), os chefes de fase e até mesmo as warp zones, atalhos dimensionais que permitiam passar rapidamente de uma fase a outra. Luigi também aparecia nesse jogo de 1985, mas somente no modo mutiplayer.
De acordo com Miyamoto, sua busca pelo jogo de plataforma, em que a tela não era fixa, terminou em uma sexta-feira, 13. “Eu queria fazer algo que tivesse uma longa distância e parar de fazer cenários com uma tela preta de fundo. Queria um game agradável aos olhos, mas também algo que fosse pop e deixasse um impacto. Eu também queria deixar uma impressão diferente quando as pessoas estivessem no submundo e em cima. Por isso, coloquei o céu como pintura de fundo”. O game alocava somente 40kb de memória de um cartucho. O resto é história.
http://omelete.uol.com.br/super-mario-bros/games/mario-criacao-de-um-icone/
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